Push/Play: Tokyo Savannah, Canastra, Rinoceronte e Hey Apple

Por Ricardo Krusty

Esse Push/Play de aquecimento para o Festival Dosol traz mais quatro bandas que se apresentarão no primeiro dia de festival, confira:

Tokyo Savannah
Um trio de rock, selvagem e sem frescuras, é como se definem os músicos: Chico Miltre (vocal e guirarra), Joni(baixo) e PHD (bateria), que formam a Tokyo Savannah.

Com influências de outro powertrio – o Cream -, do rockabilly do Stray Cats e do punk, a banda faz músicas rápidas, curtas e diretas. Música pra balançar a cabeça, pular, beber e perder o fôlego.

Nada que vá mudar o mundo, mas se você está cansado de misturas, regionais e eletrônicas, e quer ouvir uns bons rocks, taí uma opção.

Tokyo Savannah (Black Silk):

 

Canastra(RJ)
Se você ficou em Natal no último carnaval se acabou ao som do Canastra. A banda foi formada por Renato Martins, em 2000, com o fim do grupo “Acabou la Tequila”.

Essa mini Big Band conta ainda com Rodrigo Barba (ex-Los Hermanos) na bateria, Eduardo Vilamaio no baixo acústico, Fernando Oliveira na guitarra e trompete, Daniel Vasquez no sax e Marco Serra Grande no trombone.

Se liga na lista de ingredientes que compõem essa mistura sonora que é o Canastra: surf music, country, rock, jazz, brega… Em mais de dez anos de existência, essa diversidade sonora tem agradado o público no circuito musical de festivais e shows.

O grupo, que tem um repertório que sempre se renova, acabou de finalizar seu terceiro disco, o “Confie em Mim”, que teve produção de Charles Gavin. Então prepare-se por que vai rolar um Bailão Indie!

Motivo de chacota:

Rinoceronte (RS)
Com um EP e dois álbuns lançados, esse power trio gaúcho de garage/stoner, formado em 2007, alia peso e energia rocker às letras em português.

Os músicos, Paulo Noronha (guitarra e voz), Vinicius Brum (baixo e voz) e Henrique Alemão (bateria), tentam aliar ao stoner a sonoridade do rock setentista; entre suas referências estão Led Zeppelin, Black Sabbath e QOSA. Mas o hard rock predomina!

As quatro músicas do primeiro EP, o homônimo “Rinoceronte” de 2009, junto com a moral que os músicos já dispunham na cena gaúcha, levaram o trio a se apresentar em vários festivais. Um ano depois, lançaram o álbum “Nasceu”, gravado ao vivo, que trouxe as quatro faixas do EP e mais seis composições novas, todas em português.

Atualmente os caras se dedicam à produção do novo trabalho.

Confira o vídeo e diga se a banda vende o que anuncia:

Hey Apple
Coube aos potiguares da Hey Apple a abertura dos trabalhos no Festival DoSol 2011. Creio que o nome da banda vem da série de vídeos da laranjinha que ficaram famosos no Youtube.

A banda formada por Adriano Sudário (voz e guitarra), Fausto Luiz (baixo e guitarra), Bernardo Gurgel (guitarra) e Emmily Barreto (bateria e voz) possui pouca informação musical em seu material de divulgação – o que deve ser motivado pelas mudanças que a banda sofreu com a entrada do Adriano como vocalista.

“Ah e você não ouve as músicas?”
“Claro! Mas informações complementares são bem-vindas.”

Embora seja citado o The Killers, o grupo se mostra também influenciado por bandas que despontam na cena indie, como Drums e Holger.

A Hey Apple se apresenta como uma banda jovem, com referencial da internet no nome, e dos games no título de seu EP, o “It’s Dangerous To Go Alone”. O disco traz músicas alegres de sonoridade pop, acrescida de uma postura indie e em alguns momentos um climinha retrô.

Sem vídeos.

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